olha o boneco

O blog de fotografia do MEF-Movimento de Expressão Fotográfica

quarta-feira

 

O caminho.

"Nada no mundo é tão pesado para o homem como seguir pelo caminho que o conduz a si mesmo."

Hermann Hesse

 

Cursos de Fotografia - MEF 2005/06

MEF - Movimento de Expressão Fotográfica

Iniciação: 18 outubro 2005 a 07 Março 2006

Fotografia Aplicada: 17 Outubro 2005 a 30 Junho 2006

Diversos workshops em datas a confirmar

Mais informações AQUI (necessário Acrobat Reader)

Inscrições Abertas

terça-feira

 

O enigmático sorriso da «Mona Lisa»

Estudo revela que sorriso de Gioconda é ilusão óptica

 

Movimento 560

O que é Nacional é bom

segunda-feira

 

"Respigar em Carnide"

O MEF – Movimento de Expressão Fotográfica para a iniciativa cultural
"Olhar Carnide em Setembro" pela Junta de Freguesia de Carnide
propõe realizar a iniciativa "Respigar em Carnide".


Juntamente com um grupo de jovens moradores na freguesia iremos pela mesma procurar e recolher objectos inutilizados na rua que possam ser reaproveitados para a construção de máquinas fotográficas Pinhole.



A actividade divide-se em 5 sessões de 3 horas cada, das 10 às 13 horas, de 5 a 9 de Setembro de 2005.

A primeira sessão: será a recolha de objectos;

A segunda sessão: transformação dos mesmos em máquinas fotográficas Pinhole;

A terceira sessão: utilização dos objectos transformados em máquinas fotográficas para fotografar;

A quarta sessão: será a positivação das imagens recolhidas;

A quinta sessão: é a exposição dos objectos transformados em máquinas e respectivas fotografias.



A mostra pública terá lugar no

Espaço de Fotografia / Sede do MEF – Movimento de Expressão Fotográfica / Bairro Padre Cruz.

sexta-feira

 
Hoje é o dia Mundial da Fotografia!
Etimologia
Photo (do grego, quer dizer luz) - Photos - Foto
Graphy (do grego, significa escrita) - Graphos - Grafia
Photographia - Photo Grafia - Fotografia = Luz Desenhada

Portanto, fotografia é desenhar com a luz ou "escrita da luz".
Fotografia é, como resultado final, uma imagem inalterável, criada pela reflexão da luz.

terça-feira

 

Lisboa #2 - 1962



:)

 

Lisboa #1 - 1962


 

Link para Sites Gerais

Agora com muitos mais endereços...

segunda-feira

 

Apresentação de propostas

CULTURA 2000

 

09/11


domingo

 

Simio

Simio na Lomo

 

A_Indústria_dos_Incêndios

A evidência salta aos olhos:
o país está a arder porque alguém quer que ele arda.
Ou melhor, porque muita gente quer que ele arda.
Há uma verdadeira indústria dos incêndios em Portugal.
Há muita gente a beneficiar, directa ou indirectamente, da terra queimada.
José Gomes Ferreira Sub-director de Informação
Artigo escrito por jornalista da SIC.
Oficialmente, continua a correr a versão de que não há motivações económicas para a maioria dos incêndios. Oficialmente continua a ser dito que as ocorrências se devem a negligência ou ao simples prazer de ver o fogo.
A maioria dos incendiários seriam pessoas mentalmente diminuídas.
Mas a tragédia não acontece por acaso.
Vejamos: 1 - Porque é que o combate aéreo aos incêndios em Portugal é TOTALMENTE concessionado a empresas privadas, ao contrário do que acontece noutros países europeus da orla mediterrânica? Porque é que os testemunhos populares sobre o início de incêndios em várias frentes imediatamente após a passagem de aeronaves continuam sem investigação após tantos anos de ocorrências? Porque é que o Estado tem 700 milhões de euros para comprar dois submarinos e não tem metade dessa verba para comprar uma dúzia de aviões Cannadair? Porque é que há pilotos da Força Aérea formados para combater incêndios e que passam o Verão desocupados nos quartéis? Porque é que as Forças Armadas encomendaram novos helicópteros sem estarem adaptados ao combate a incêndios? Pode o país dar-se a esse luxo?
2 - A maior parte da madeira usada pelas celuloses para produzir pasta de papel pode ser utilizada após a passagem do fogo sem grandes perdas de qualidade. No entanto, os madeireiros pagam um terço do valor aos produtores florestais. Quem ganha com o negócio? Há poucas semanas foi detido mais um madeireiro intermediário na Zona Centro, por suspeita de fogo posto. Estranhamente, as autoridades continuam a dizer que não há motivações económicas nos incêndios...
3 - Se as autoridades não conhecem casos, muitos jornalistas deste país, sobretudo os que se especializaram na área do ambiente, podem indicar terrenos onde se registaram incêndios há poucos anos e que já estão urbanizados ou em vias de o ser, contra o que diz a lei.
4 - À redacção da SIC e de outros órgãos de informação chegaram cartas e telefonemas anónimos do seguinte teor: "enquanto houver reservas de caça associativa e turística em Portugal, o país vai continuar a arder". Uma clara vingança de quem não quer pagar para caçar nestes espaços e pretende o regresso ao regime livre.
5 - Infelizmente, no Norte e Centro do país ainda continua a haver incêndios provocados para que nas primeiras chuvas os rebentos da vegetação sejam mais tenros e atractivos para os rebanhos. Os comandantes de bombeiros destas zonas conhecem bem esta realidade. Há cerca de um ano e meio, o então ministro da Agricultura quis fazer um acordo com as direcções das três televisões generalistas em Portugal, no sentido de ser evitada a transmissão de muitas imagens de incêndios durante o Verão. O argumento era que, quanto mais fogo viam no ecrã, mais os incendiários se sentiam motivados a praticar o crime... Participei nessa reunião. Claro que o acordo não foi aceite, mas pessoalmente senti-me indignado. Como era possível que houvesse tantos cidadãos deste país a perder o rendimento da floresta - e até as habitações - e o poder político estivesse preocupado apenas com um aspecto perfeitamente marginal? Estranhamente, voltamos a ser confrontados com sugestões de responsáveis da administração pública no sentido de se evitar a exibição de imagens de todos os incêndios que assolam o país. Há uma indústria dos incêndios em Portugal, cujos agentes não obedecem a uma organização comum mas têm o mesmo objectivo - destruir floresta porque beneficiam com este tipo de crime.
Estranhamente, o Estado não faz o que poderia e deveria fazer:
1 - Assumir directamente o combate aéreo aos incêndios o mais rapidamente possível. Comprar os meios, suspendendo, se necessário, outros contratos de aquisição de equipamento militar.
2 - Distribuir as forças militares pela floresta, durante todo o Verão, em acções de vigilância permanente. (Pelo contrário, o que tem acontecido são acções pontuais de vigilância e combate às chamas).
3 - Alterar a moldura penal dos crimes de fogo posto, agravando substancialmente as penas, e investigar e punir efectivamente os infractores
4 - Proibir rigorosamente todas as construções em zona ardida durante os anos previstos na lei. 5 - Incentivar a limpeza de matas, promovendo o valor dos resíduos, mato e lenha, criando centrais térmicas adaptadas ao uso deste tipo de combustível.
6 - E, é claro, continuar a apoiar as corporações de bombeiros por todos os meios. Com uma noção clara das causas da tragédia e com medidas simples mas eficazes, será possível acreditar que dentro de 20 anos a paisagem portuguesa ainda não será igual à do Norte de África. Se tudo continuar como está, as semelhanças físicas com Marrocos serão inevitáveis a breve prazo.
José Gomes Ferreira

sexta-feira

 

D. Pedro IV e D. Maria II

D. Pedro IV e D. Maria II

quarta-feira

 

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