olha o boneco

O blog de fotografia do MEF-Movimento de Expressão Fotográfica

quinta-feira

 

L' Imaginaire d'aprés nature

" O Fotógrafo limita-se a mostrar os ponteiros do relógio, mas é ele quem escolhe o momento certo.

- Eu estava lá e esta imagem representa a vida tal como a vi naquele preciso momento"

Henri Cartier Bresson in L'IMAGINAIRE D'APRÉS NATURE

terça-feira

 

Projecção de imagens nos dias 1, 8 e 15 de Julho.

projecto_Lisboa - Projecção de imagens nos dias 1, 8 e 15 de Julho,
Elevador da bica, Rua da Bica de Duarte Belo, 23 horas.
 
O Projecto_Lisboa é uma estratégia concertada de produção dos projectos do MEF - Movimento de Expressão Fotográfica e da Oficina de Fotografia do Dept. Acção Social da CML. Engloba diversos sub-projectos, com diferentes públicos-alvo, características e objectivos específicos, possibilitando pela sua reunião um confluir de olhares e pontos de vista sobre Lisboa.
 
A base de trabalho do Projecto_Lisboa, cujos primeiros trabalhos aqui se apresentam, é realizada por uma vintena de fotógrafos, sócios do MEF e alunos dos Cursos Avançados, a trabalhar temas diversos ligados à cidade de Lisboa, que resultarão numa confluência de olhares, naturalmente dispersos quer pelo grau de conhecimento dos participantes sobre fotografia, quer pelas várias interpretações possíveis de e sobre uma cidade, quer pelas opções estéticas ou meios técnicos usados (estes da total e livre responsabilidade dos autores). O acompanhamento de projecto é feito pela fotógrafa Susana Paiva.
 
Para além destas projecções pontuais, que visam expôr o trabalho em progresso, as imagens irão sendo editadas trimestralmente no jornal do MEF - Sofá de Molas - e têm exposição e edição final previstas para Junho de 2006.
 
Ficha técnica:
 
Projecto_Lisboa
 
De: MEF - Movimento de Expressão Fotográfica e
Oficina de Fotografia do Departamento de Acção Social C.M.L.
 
Acompanhamento dos projectos de autor: Susana Paiva
 
Produção: Luis Rocha, Isabel Santos e Sara Rodrigues
 
Divulgação: Tânia Araújo, Rodolfo Barros, Nuno Vasconcelos, 
 
Criação de Dvd: João Martins e Nuno Chaves, 
 
Autores presentes:
Luís Rocha, Tânia Araújo, Manuel Luís Cochofel, Rui Dias Monteiro, João Martins, Hugo Dias, Nuno Chaves,
Bárbara Marques, Ana Pinto, Sandra Maria Silva , José Carlos Martins, Patrícia Tiago, Paula Vilela, Milene Trindade, Andreia Nunes, Paulo Almeida, Rodolfo Barros, Pedro Mateus, Mariana Veloso.
 


 

Amplicópia - Centro de Artes Visuais

(informação gentilmente enviada pelo CAV)
 
O Centro de Artes Visuais apresenta uma exposição do arquitecto João Mendes
Ribeiro, comissariada por Albano Silva Pereira e Diogo Seixas Lopes, bem
como a sexta edição do programa Project Room, no qual participam Nuno Sousa
e Nuno Sousa Vieira, sob o comissariado de Miguel Amado.

Na exposição João Mendes Ribeiro são apresentadas oito obras e projectos do arquitecto
para requalificar e remodelar lugares com vestígios históricos ou
arqueológicos. Em paralelo, foi feita uma encomenda aos
fotógrafos Daniel Malhão e Edgar Martins – cujo trabalho se tem notabilizado
pela atenção dada ao tema da paisagem – para registar os mesmos locais. Duas
disciplinas, dois olhares sobre esses contextos que se conjugam num espaço
de encontro e desenham um percurso pelos sítios e memórias que encerram.
Numa ocasião singular para uma exposição de arquitectura e fotografia, o
visitante pode experimentar à escala natural uma dessas reabilitações para
uso contemporâneo: o próprio Centro de Artes Visuais.
Acompanha a exposição um catálogo que reproduz as obras expostas e inclui um ensaio de Diogo
Seixas Lopes e do arquitecto João Mendes Ribeiro.

A sexta edição do programa Project Room contempla as intervenções T-Zero
(2004), de Nuno Sousa, e 1 Hour Later (2005) e
Impossible Rectilinear Space
(M.M.) # 2
, de Nuno Sousa Vieira, que sintetizam as práticas conceptuais e
formais que caracterizam o corpo de trabalho de cada um dos autores.
Acompanha esta iniciativa um desdobrável com ensaios de Miguel Amado
dedicados a cada um dos criadores e respectivas obras expostas.

A exposição de João Mendes Ribeiro e o programa Project Room inauguram no
próximo dia 2 de Julho de 2005 (Sábado), pelas 22 horas, no Centro de Artes
Visuais.



--
MEF - Movimento de Expressão Fotográfica
http://mef.no.sapo.pt
geral.mef@gmail.com
mef_2@hotmail.com

segunda-feira

 

Leica com falência à vista

Leica com falência à vista

As câmaras fotográficas Leica, usadas pelos mais famosos fotógrafos do mundo, entre eles Henri Cartier-Bresson, Robert Capa ouo Nick Ut, estão prestes a desaparecer. Na próxima semana, vai ser realizada uma Assembleia Geral Extraordinária que pode ser resultar da marca, após um ano desastroso para a empresa com um prejuízo recorde de 15,5 milhões.

Apesar da derrocada nas vendas, a Leica vai pedir aos accionistas que aprovem um plano de recapitalização para tentar mudar sua sorte.

Se o plano falhar, a empresa, que sózinha revolucionou a fotografia nas décadas de 20 e 30, com sua câmara pioneira de 35 milímetros, poderá sucumbir. "Estamos em profundas dificuldades financeiras", disse Gero Furchheim, porta-voz da Leica Camera AG.

Os analistas dizem que os infortúnios da empresa se devem em grande parte ao facto de não ter entrado no mercado de câmaras digitais, apesar da procura dos equipamentos analógicos de alta qualidade esteja estagnada. A venda de Leicas sofreram com a alta do euro e a crise económica da Alemanha e França.

Fundada em 1849, por Ernst Leitz na cidade alemã de Wetzlar, a firma especializou-se em fazer microscópios e equipamentos ópticos. Em 1925, produziu sua primeira câmara de 35 milímetros. A invenção libertou os utilizadores das câmaras de grande formato e dos tripés.

Fotógrafos como Henri Cartier-Bresson, que adquiriu sua primeira Leica em 1932, conseguiram explorar a recém-descoberta mobilidade da fotografia.

Pequena, leve e ágil, a Leica possibilitou captar o realismo da guerra moderna. Foi com uma Leica que Capa tirou suas fotos granuladas das tropas aliadas desembarcando na praia de Omaha.

Depois da guerra, a Leica continuou sendo a câmara favorita de Cartier-Bresson e Capa, dois dos co-fundadores da agência de fotografia mais famosa do mundo, a Magnum.


sábado

 

Discípulo

Pobre é o Discípulo que não excede o seu Mestre.
 
[Da Vinci]

 

 

CONVERSA... MUITA CONVERSA.

Um blog a visitar.
Aproveito e saliento dois posts.
UM
DOIS
Obrigado pelas palavras amáveis, caro Danies.
Luís Rocha

 

A Fotografia é necessária...???

"A Fotografia é necessária... Se ao menos se soubesse para quê?"

Com este encantador e paradoxal epigrama o fotógrafo parisiense Nadar, em 1866, resumiu ao mesmo tempo a necessidade da nova arte e seu discutível papel dentro da emergente sociedade Industrial.
A Modernidade adquiriu o hábito de tomar a fotografia como substituto do real e não como fotografia; como obra fotográfica; como construção imaginária e estética.
Nesse sentido, o advento da fotografia permitiu o questionamento da dogmática clássica, substituindo a "Arte Pura" pelo "Discurso da Arte", devidamente inserido dentro dos novos propósitos, gerados pelas novas demandas desse momento histórico.
A Fotografia antes de tudo é uma linguagem; um sistema de códigos verbais ou visuais; um instrumento de comunicação.
A primeira função de toda a linguagem é "significar", a segunda é "afirmar o eu" e a terceira é"comunicar".

Desde os primórdios, o homem se apodera da natureza transformando-a. O trabalho é a transformação da natureza. O homem sonha com um trabalho mágico de transformação, sonha com a capacidade de mudar os objectos e dar-lhes novas formas e sentidos por meios mágicos. Trata-se de um equivalente, na imaginação, daquilo que o trabalho significa na realidade; o homem, a princípio, apresenta grande paixão pelo fantástico.
O homem evoluiu por meio da utilização de ferramentas.
Ele se aperfeiçoou produzindo novos utensílios.
Não há ferramenta sem o homem e vice-versa.
Os dois passaram a coexistir, indissoluvelmente ligados uns ao outro.

A imaginação é a sua essência. Ela é tão importante para o domínio da arte quanto da própria natureza.
Criar, desde o momento em que homem se tornou homem, sempre foi, antes de tudo, uma necessidade vital: algo como respirar.
Com a Fotografia, pela primeira vez, a mão se liberou das tarefas artísticas essenciais, concernentes à reprodução das imagens que desde então foram apreendidas pelo olho fixado sobre a objectiva.

No advento da Fotografia já estava contido o germe do futuro cinema, da televisão, das imagens digitais, dos novos discursos visuais e de outras tecnologias que estão por vir. Inaugurava-se assim, o instrumento mágico capaz de produzir sonhos...

A Fotografia ressalta aspectos do original que escapam ao olho humano e só podem ser apreendidos por uma câmara que se mova livremente para obter diversos ângulos de visão.
Graças a procedimentos como ampliação, velocidades lentas e outros recursos técnicos, pode-se atingir realidades despercebidas por qualquer visão natural.
Seus recursos na reprodução de imagens são capazes de criar efeitos ou situações que não são percebidos na cena real. Seu poder de impacto permite maior aproximação da obra e do seu espectador.
A subjectividade que lhe é própria pode mentir, provocar, chocar, evocar sensações de movimento, odor, som. Proporciona prazer estético, e, também, manipular a opinião pública em favor dos interesses do próprio fotógrafo ou de seus clientes.
Toda arte é condicionada pelo seu tempo em consonância com ideias, aspirações, necessidades e esperanças de uma situação histórica em particular.
Mas ao mesmo tempo, a arte supera essa limitação e, dentro do momento histórico, cria também um momento de superação que permite continuidade no seu desenvolvimento.
O próprio fotógrafo exercita um trabalho intelectual. Raciocina, sente e produz por meio de seu intelecto criativo, padrão cultural, técnica e experiência de vida.

A boa fotografia é resultado de árduo projecto e não um mero "acidente fotográfico".
Ou, como afirma Henri Cartier-Bresson, "fotografar é reconhecer, ao mesmo tempo e numa fracção de segundo, um evento e a organização rigorosa das formas percebidas visualmente e que expressam esse evento. É reunir, no mesmo ponto de vista, a cabeça, o olhar e o coração".

A Fotografia é um dos inúmeros modos de divulgar cultura e produzir conhecimento. A obra do fotógrafo não necessita de discursos e, menos ainda, das justificativas de seu autor. Ela antes de tudo, informa, fala por si mesma... Ela é auto-suficiente... É coesa, objectiva, bem lapidada... Estéticamente perfeita... Dispensa, aliás, tais adjectivos ou outras atribuições.
Arte e Fotografia andam juntas. Estão em plena cumplicidade. Por mais que se queira apreender a realidade em toda a sua amplitude, qualquer tentativa técnica é parcial, mesmo porque cada um de nós a concebe e interpreta de modos distintos.
E tudo aquilo que não é real ou análogo, passa a estar a serviço das mitologias contemporâneas.
A imagem fotográfica não é, a princípio, uma forma de arte. Como linguagem, ela é o meio pelo qual a obra de arte é realizada. A Fotografia é sempre uma imagem de algo. Está atrelada ao referencial que atesta a sua existência e todo o processo histórico que o gerou.
Ler uma Fotografia implica reconstituir no tempo seu assunto, derivá-lo no passado e conjugá-lo a um futuro virtual. Assim, a linguagem fotográfica é essencialmente metafórica: atribui novas formas, novas cores e novos sentidos conotativos ou denotativos; comprova que a Fotografia não está limitada apenas ao seu referente.
Ela o ultrapassa na medida em que o seu tempo presente é reconstituído, que o seu passado não pode deixar de ser considerado, e que o seu futuro também estará em jogo. Ou seja, a sobrevivência de sua imagem está intimamente ligada à genialidade criativa e ao potencial cultural e intelectual de seu autor.
A mensagem fotográfica deve transpor sua condição documental, de verosimilhança e sempre transmitir algo mais forte, com maior impacto, que supere sua própria imagem.
A Fotografia, como toda arte contemporânea, pode ser e é uma ferramenta de percepção para transformar e abrir novos horizontes.

Prof. Enio Leite
Focus - Escola de Fotografia & Tecnologia Digital
www.focusfoto.com.br

 

O que é a fotografia, afinal?

A Fotografia oferece uma série de atribuições: todos fotografam visando vários objectivos: recordar um momento de vida que passa, documentar um facto ou um conceito técnico, divulgar uma visão de mundo ou simplesmente expor uma ideia.
A Fotografia antes de tudo é uma linguagem. Um sistema de códigos, verbais ou visuais, um instrumento visual de comunicação. E toda a linguagem nada mais é do que um suporte, um meio, uma base que sustenta aquilo que realmente deve ser dito: a mensagem.
A mensagem é uma derivação de dois factores: conotava e denotava. Qual é a diferença entre o cachorro amigo e o amigo cachorro? Enquanto a primeira é descritiva, a segunda já atribui um determinado valor metafórico.
A Fotografia, ao contrário do que pensamos não é uma cópia fiel da realidade fotografada. Isto porque a objectiva da câmara "filtra" essa imagem e o filme por sua vez a distorce, alterando sua cor, luminosidade e a sensação de tridimensionalidade.
Contudo, por mais que se queira apreender essa realidade em toda a sua amplitude, qualquer tentativa técnica é inútil, mesmo porque cada um de nós a concebe de modo distinto.
E tudo aquilo que não é real ou análogo, passa a estar a serviço das mitologias contemporâneas.
A Fotografia não apenas prolonga a visão natural, como também descobre outro tipo de visão, a visão fotográfica, dotada de gramática própria, estética e ética peculiares. Saber ler, distinguir o detalhe do todo, pode resultar num aprendizado sem fim, e então aquela coisa que não tinha a menor graça para quem as observavam, passa a ter vida própria.
A Fotografia não é realista, mas sim surrealista, nativamente surreal. Embora a Fotografia gere obras que podem ser denominadas por arte.
Esta subjectividade, pode mentir, provocar, chocar ou ainda proporcionar prazer estético.
A imagem fotográfica não é, para começo de conversa, uma forma de arte, em absoluto. Como linguagem, ela é o meio pelo qual as obras de arte, entre outras coisas, são realizadas.
A Fotografia é sempre uma imagem de algo. Esta está atrelada ao referente que atesta a sua existência e todo o processo histórico que o gerou. Ler uma Fotografia implica em reconstituir no tempo seu assunto, derivá-lo no passado e conjugá-lo a um futuro virtual.
Assim, a linguagem fotográfica é essencialmente metafórica, esta atribui novas formas, novas cores, novos sentidos conotativos e denotativos.
Estas comprovam que a Fotografia não está limitada apenas ao seu referente; ela o ultrapassa na medida em que o seu tempo presente é reconstituído, que o seu passado não pode deixar de ser considerado, e que o seu futuro também estará em jogo.
Ou seja a sobrevivência de sua imagem está intimamente ligada à genialidade criativa de seu autor.
Prof. Enio Leite
Focus – Escola de Fotografia & Tecnologia Digital
www.focusfoto.com.br

 

Projecto_Lisboa # Novo Blog


http://projectolisboa.blogspot.com

terça-feira

 

Muito bom...

Elliott Erwitt

 

www.360portugal.com

Portugal...

 


Milene Trindade / Projecto_Lisboa

 


Andreia Nunes / Projecto_Lisboa

 


Paulo Almeida / Projecto_Lisboa

 

Logotipo do Projecto_Lisboa

Criação de Andreia Nunes

 

Foto de...


Mariana Veloso

 

PinHole

Semana Eléctrica da C.M.L. / DAS/ Oficina da Fotografia
Autor desconhecido

 

Mais um site...

Vale sempre a pena ver...

 

Kodak

Acaba com papel fotográfico a preto&branco.

 

Assim vai Portugal!

Autorizam-se manifestações, contra manifestações mas nega-se aos profissionais da comunicação social o exercício das suas funções através da violência física.

Afinal a polícia e o Corpo de Intervenção estavam lá para impedir a captura de imagens e ninguém percebeu!

É legitimo descarregar a impotência em profissionais que tentam que todos saibam o que realmente se passa? E os fotógrafos que trabalham para as forças policiais e secretas também foram proibidos pela força de capturar imagens?

O que faz a classe? Notas de rodapé quando todos os que lá estiveram têm imagens. Desta vez foram 2 fotojornalistas...amanhã quantos serão?

Passem aos vossos contactos. Para que não se cale a verdade.

Sofia


 

Angela Berlinde

Quando as fotografias ganham vida...

segunda-feira

 

Outro Site

Bajornas

 

"Metamorfoses pela Luz"

Visita de estudo à exposição "Metamorfoses pela Luz" do Fotógrafo Helmar Lerski na Culturgest/LisboaPhoto no dia 3 de Julho pelas 17h30m com o valor de 0,50€.
A visita é realizada por José Oliveira.
Inscrições limitadas e a serem realizadas em geral.mef@gmail.com

 

Concurso Fotográfico

Caminhos de Ferro

domingo

 
Concurso «Aveiro Jovem Criador – 2005

sexta Edição do Concurso «Aveiro Jovem Criador – 2005» está de volta! Trata-se de uma iniciativa da Divisão de Juventude da Câmara Municipal de Aveiro, orientada para os jovens dos 18 aos 30 anos de idade que irá abranger as áreas de Pintura, Escrita, Fotografia e Arte Digital.O concurso tem como principais objectivos promover a participação de todos os jovens artistas nas diferentes áreas, bem como o reconhecimento pelo público de novos talentos. As candidaturas deverão ser apresentadas de 29 de Agosto a 8 de Outubro de 2005, e as fichas de inscrição devem ser entregues na Casa Municipal da Juventude, de Segunda-feira a Sábado, das 9.30 às 19.00 Horas. Importa ainda salientar que os concorrentes podem participar com trabalhos em mais do que uma área.

Na Área da Fotografia o tema é igualmente livre e cada artista pode concorrer unicamente com um trabalho fotográfico, cujo limite de imagens não poderá ultrapassar os dez. O trabalho a concurso deverá ser apresentado em suportes tradicionais: preto e branco ou cor, e cada trabalho deverá possuir dimensões no mínimo de 15x20 e máximo de 30x40, sob pena do trabalho não ser considerado a concurso. Importa ainda salientar que se o trabalho possuir mais do que uma imagem, as medidas supracitadas são válidas para cada uma delas, e o trabalho deverá ser entregue em suporte k-line e sem margem.

O Júri será composto pela Vereadora do Pelouro da Juventude da Câmara Municipal de Aveiro, Marília Martins; Jorge Pandeirada; Luís Oliveira Santos; Mário Marnoto e Pedro Sottomayor.

Nota: O regulamento do concurso está disponível em www.cm-aveiro.pt - na área da Agenda Jovem - Concursos

sexta-feira

 

censura!!!

Palavras como "democracia", "liberdade", "direitos humanos", "comunismo", "socialismo", "capitalismo", "independência de Taiwan", "Tibete", "Dalai Lama", "Tiananmen" e "Falun Gong" estão a ser censuradas nos blogues chineses.
Essa censura resulta de uma colaboração entre a empresa americana Microsoft e as autoridades da República Popular da China.
As restrições estão incluídas no MSN Space, um serviço de blogues lançado na China, em Maio, pela Shanghai MSN Network Communications Technology, empresa da qual a Microsoft detém 50 por cento do capital.
Um porta-voz da empresa americana, Adam Sohn, disse à agência Associated Press que as restrições são o preço que a companhia tem de pagar para espalhar os benefícios dos blogues e das mensagens online."
Mesmo com os filtros, estamos a ajudar milhões de pessoas a comunicar, partilhar histórias e fotografias e a construir amizades.
Para nós isso é que interessa", afirmou Adam Sohn.
Esta atitude da Microsoft segue-se ao elogio que Bill Gates, o dono da empresa, fez dos dirigentes chineses que combinam a economia de mercado com um rígido controlo político.
"É uma nova forma de capitalismo, e, para o consumidor, é a melhor coisa que aconteceu", referiu Bill Gates há alguns meses.
A questão da participação da Microsoft na censura aos blogues na China foi denunciada num artigo publicado no início desta semana no jornal Financial Times, que revelava que palavras como democracia e liberdade eram "apagadas" na versão do site MSN.
Segundo o Financial Times, o site bloqueia frases anti-comunistas enviando uma mensagem de erro a todos os que utilizam essas palavras, para evitar que as autoridades chinesas fiquem melindradas com essa utilização.
A mensagem refere "Este item contém palavras proibidas, por favor apague-as."
O programa de censura é bastante selectivo e politicamente orientado.
Por exemplo, a palavra "manifestação" é tabu, mas o termo "protesto" pode ser utilizado.
O mesmo verifica-se com "democracia", que é uma palvra proibida, mas "anarquia" e "revolução" não são censuradas.

A Microsoft espera ter 100 milhões de utilizadores chineses este ano.
Somente nos Estados Unidos existem mais pessoas online.

A Microsoft não é a única empresa a aceitar a censura na China, de acordo com os Repórteres sem Fronteiras (RSF) - a Yahoo tem uma política semelhante. Os RSF salientam que as multinacionais devem "respeitar princípios éticos básicos". Por isso, o grupo de defesa dos direitos dos jornalistas critica a colaboração entre a Microsoft e as autoridades chinesas.

Entretanto, o ministro chinês da Indústria ordenou aos criadores de blogues que registem os respectivos sites até ao fim deste mês.
Caso contrário serão fechados.

 

O Fim da Estrada

Letra de Pedro Ayres Magalhães
Madredeus

Quem será que vai me acompanhar
Quando o fim da estrada enfim chegar
Que será que vou achar
Alguém quer adivinhar

Quando a certeza for em vão
uns estão à vontade e outros não

Amanhã
Amanhã
Quem me conta o amanhã

Amanhã
Amanhã
Só vou saber amanhã

Uns vão à vontade e outros não
oiçam o que diz esta canção
- Quem virá ser o meu par ?
- Alguém quer adivinhar ?

Tenho uma pergunta para fazer,
Uma só pergunta para fazer

Amanhã
Amanhã
Quem me conta o amanhã

Amanhã
Amanhã
Só vou saber amanhã

Quem será que vai m’acompanhar
Quando o fim da estrada enfim chegar.

quinta-feira

 

Até Sempre...


Fotografia de Tânia Araújo

 


 


quarta-feira

 


 

Projecto_Lisboa

14 . 06 . 05 PÚBLICOLOCAL
EDIÇÃO LISBOA

terça-feira

 

A Arte, o Artista e a Sociedade

A Arte, o Artista e a Sociedade proporciona uma viagem enriquecedora num dos domínios mais fascinantes e perturbadores da actividade humana.


De Álvaro Cunhal

(...a leitura desta Obra é de todo aconselhável...)

 

Adeus...

O poema de Eugénio de Andrade que mais me marcou...

Já gastamos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são como peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
Porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.

Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.

(Eugénio de Andrade)


Da obra (artística) de Álvaro de Cunhal, pouco conheço. Se alguém quiser contribuir para a sua divulgação, estarei atento ao blog.

 

Photo Espanha

http://www.phedigital.com/


Foto de Tânia Araújo

 

mais sites...

http://www.viiphoto.com/
http://www.nophoto.org/

quinta-feira

 

PHoto España 2005

Em visita
 
Tânia Araújo, Luís Rocha e Ana Pinto
A delegação do MEF à PHoto España 2005

 

Exposições

Espelho Meu
Portugal visto por fotógrafos da Magnum

1 de Julho a 28 de Agosto
Alexandra Fonseca Pinho e Andrea Holzherr
local: CCB - galeria 2

Unus Mundus
até 11-jun-2005
Luisa Cunha, Manuel Valente Alves, Claudia Fischer
local: Galeria Pedro Serrenho - Arte Contemporânea,
R Navegantes

Critério Visível
até 31-dez-2006
Vários Autores
local: Centro Português de Fotografia - Porto

LisboaPHOTO
Junho 2005
+ INFO em http://www.lisboaphoto.pt/

Metamorfoses
até 20-jun-2005
Eduardo Nery
local: Fundação Calouste Gulbenkian - Lisboa
 

 

Elevador da Bica - primeira mostra pública do Projecto_Lisboa.

Elevador da Bica - primeira mostra pública do Projecto_Lisboa.

O MEF em conjunto com a Oficina da Fotografia / DAS / CML no dia 12 de Junho - Domingo a partir das 23 horas no elevador da Bica em Lisboa apresenta uma primeira mostra pública do Projecto_Lisboa.
Esta primeira apresentação terá o formato de projecção de imagens na fachada de um edifício.

Convidamos todos a aparecerem para a visualização das imagens.

Autores presentes:
Luís Rocha, Tânia Araújo, Manuel Luís Cochofel, Rui Dias Monteiro, João Martins, Hugo Dias, Nuno Chaves,
Bárbara Marques, Ana Pinto, Sandra Maria Silva , José Carlos Martins, Patrícia Tiago, Paula Vilela, Milene Trindade, Andreia Nunes, Paulo Almeida, Pedro Mateus .



--
MEF - Movimento de Expressão Fotográfica
http://mef.no.sapo.pt
geral.mef@gmail.com
mef_2@hotmail.com

quarta-feira

 

França - Fotógrafos versus 'Photoshop'

Os fotógrafos franceses ameaçam boicotar o software americano de tratamento digital de imagens, Adobe Photoshop.
De acordo com o Libération, o protesto prende-se com o facto deste programa ter uma nova oferta nos seus serviços uma ligação a dois grandes bancos de imagens, sem direitos de autor. Uma organização francesa, que junta 1500 profissionais, alega que o Photoshop abre um mau precedente, lesivo dos seus direitos.

 


segunda-feira

 

TOMARA QUE NUNCA PRECISE, MAS, SEMPRE É BOM SABER!!!!

Q U E I M A D U R A S:
Num curso de "AGENTE DE SAÚDE COMUNITÁRIA" ensinaram que, na hora
da
queimadura, seja lá a extensão que for, a primeira providência é
colocar a parte afectada debaixo de água fria corrente até que o
calor diminua e páre de queimar muitas camadas de pele e, depois,
passar clara de ovo, levemente batida, só para que ela seja mais
fácil de aplicar.
Pois pasmem vocês: ao aquecer a água, uma amiga deixou passar do
ponto; ela já estava em ebulição e, quando pegou a chaleira para
jogar aquela água fora, "conseguiu" queimar uma grande parte da mão,
porque a água fervente jorrou para fora quando ela tentava manusear
a chaleira.
Colocou então a mão debaixo da torneira, bastante tempo, para
tirar
aquele calor inicial, porque a dor era violenta. Então, abriu 2 ovos
e separou as claras, bateu um pouco, e ficou com a mão naquela
coisinha chata, que era a clara.
Estava tão queimada a mão que, assim que ela colocava a clara em
cima, secava e ficava uma película que depois ficou sabendo que era
colagenio natural.
Ficou bom tempo colocando camadas de claras na mão. À tarde, não
sentiu mais dor alguma e no dia seguinte apenas havia a marca
vermelha arroxeada onde havia queimado. Pensou que ficaria com uma
cicatriz horrível mas, para sua surpresa, depois de 10 dias estava
sem nenhuma marca do acontecido, nada.
Nem a cor da pele mudou; aquela parte queimada foi totalmente
recuperada pelo colagenio existente na clara de ovos que, na
verdade, é uma placenta e é cheia de vitaminas

Repasse esta mensagem, pois sempre existe alguém que pode precisar!

 

Mostra-nos Santiago do Cacém

Está lançado o Concurso de fotografia
Mostra-nos Santiago do Cacém.


De salientar que o MEF este ano colabora
novamente com a CMSC na dinamização do concurso.

 
O que eles inventam...

 

Projecto Look at Me

O projecto Look at Me é uma colecção de fotografias perdidas. Algumas achadas nas ruas de Paris em 1998, outras compradas em mercados de rua. São imagens sem nome, que perderam o vínculo com as histórias que carregam. Os visitantes podem contribuir com fotos para o crescimento da colecção.

Informação retirada do site http://www.canalfoto.org/

 
Como revelar fotografias com café

 
Tempos de revelação

 
Alfredo Cunha

 
Francesca Woodman I
Francesca Woodman II

sábado

 
para compra de material

sexta-feira

 
Impossível permanecermos indiferentes...

A nossa república...

Já que alguém deu o mote, ajudo também à festa! Há que denunciar...no mínimo!

 

Caro Sr. Primeiro-Ministro.

Venho por meio desta comunicação manifestar meu total apoio ao seu esforço de modernização do nosso país.
Como cidadão comum, não tenho muito mais a oferecer além do meu trabalho, mas já que o tema da moda é Reforma Tributária, percebi que posso definitivamente contribuir mais.
Vou explicar: Na actual legislação, pago na fonte 31% do meu salário (20 para o IRS e 11 para a Segurança Social).
Como pode ver, sou um cidadão afortunado.
Cada vez que eu, no supermercado, gasto o que o meu patrão me pagou, o Estado, e muito bem, fica com 19% para si (31+19).
Sou obrigado a concordar que é pouco dinheiro para o governo fazer tudo aquilo que promete ao cidadão em tempo de campanha eleitoral.
Mas o meu patrão é obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75% daquilo que me paga para a Segurança Social.
E ainda 33% para o Estado (50+23.75+33+6.75).
Além disso quando compro um carro,
uma casa, herdo um quadro, registo os meus negócios ou peço uma certidão,
o Estado, e muito bem, fica com quase metade das verbas envolvidas no caso.
A minha sugestão, é invertermos os percentuais.
A partir do próximo mês autorizo o Governo a ficar com 100% do meu salário.

Funcionaria assim:
Eu fico com 6.75% limpinhos, sem qualquer ónus mas o Governo fica com as contas de:
* Escola,
* Seguro de Saúde,
* Despesas com dentista,
* Remédios,
* Materiais escolares,
* Condomínio,
* Água,* Luz,
* Telefone,
* Energia,
* Supermercado,
* Gasolina,
* Vestuário,
* Lazer,
* Portagens,
* Cultura,
* Contribuição Autárquica,
* IVA,
* IRS,
* IRC,
* IVVA
* Imposto de Circulação
* Segurança Social,
* Seguro do carro,
* Inspecção Periódica,
* Taxas do Lixo, reciclagem, esgotos e saneamento
* E todas as outras taxas que nos impinge todos os dias.
* Previdência privada e qualquer taxa extra que por ventura seja repentinamente criada por qualquer dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Um abraço ao Sr. PM e ao Senhor PR e muito boa sorte,
do fundo do meu coração!

PS: Podemos até negociar percentual !!!

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